SERGIPE POSSUI MAIS DE 30 ESPAÇOS DE COWORKINGS, MOSTRA CENSO DA WOBA

Com uma análise Woba, maior marketplace de coworkings da América Latina, Censo Coworking 2023 consolida as principais informações sobre o mercado.

Dados do “Censo Coworking 2023 – Uma análise Woba do mercado brasileiro”, realizado anualmente pelo maior marketplace de coworkings da América Latina (www.woba.com.br) indicam que o estado de Sergipe possui 38 espaços colaborativos de trabalho. A pesquisa mostra ainda, na visão nacional, que o número de aberturas de coworkings aumentou 63% entre 2019 e 2023, totalizando mais de 2,4 mil espaços no Brasil. A publicação completa já está disponível.

Considerada a principal fonte de informação sobre coworkings no  Brasil, a Woba conta com uma plataforma composta por diferentes redes de coworkings e espaços únicos, e reúne 1,6 mil unidades em mais de 250 cidades brasileiras. No entanto, para o “Censo Coworking 2023 – Uma análise Woba do mercado brasileiro”, a startup ampliou seu banco de dados e incluiu demais espaços no país, considerando os 2,4 mil empreendimentos do segmento. O último estudo desse mercado realizado no Brasil foi em 2019, o que permite uma avaliação de cenário pré e pós-pandêmico. 

Com relação aos custos e faturamento, os dados sugerem que os coworkings estão se mantendo financeiramente viáveis, mesmo quando o faturamento é modesto. A partir de todos os dados analisados e considerando que há variações, a média de lucro anual é de R$ 115 mil em 2022, número superou em 6,5% os números pré-pandêmicos de 2018, enquanto o faturamento anual médio de R$ 305 mil foi 4,4% menor, considerando-se o mesmo período. O custo anual médio da operação é de R$ 191 mil. “Apesar do faturamento dos coworkings ter caído, o cenário não é negativo, porque o lucro cresceu e isso pode ser atribuído a uma gestão eficiente”, ressalta Roberta Vasconcellos, cofundadora e CEO da Woba.

Ainda que a maior parte dos coworkings esteja concentrada no Sudeste — 58% estão na região, sendo 29% em São Paulo —, é notória a penetração desse mercado no país como um todo. O crescimento se deve, principalmente, às mudanças de forma de trabalho ocorridas desde 2020, com a chegada da pandemia de Covid-19, onde empresas e pessoas se adaptaram aos modelos de trabalho remoto e híbrido, que se consolidaram mesmo com o retorno das atividades presenciais.

“Está claro que, em 2023, o uso do coworking está começando a fazer parte da cultura de trabalho do país e as organizações, assim como os colaboradores, têm necessidades específicas. Sondando nossa rede, percebemos que a grande demanda por coworkings e o aumento da concorrência está gerando mais investimento e criatividade no segmento. Salas de reunião e ar condicionado, por exemplo, deixam de ser diferenciais e tornam-se itens essenciais, presentes em 97% e 96% dos espaços, respectivamente”, analisa a CEO da Woba.

Também são bastante comuns comodidades como copa com geladeira para uso gratuito (88%) e espaço para café gratuito (85%). Muitos coworkings já se diferenciam por oferecerem atendimento em inglês (49,5%), venda de produtos alimentícios, como chocolates, salgados e refrigerantes (45,5%), bicicletário (42%) e jardim externo (39%). Ainda há aqueles que já oferecem funcionamento 24 horas (24%), estacionamento próprio e gratuito (22%), atendimento em espanhol (10%), espaço para animais (10%) e espaço para crianças (3%).

Quanto à acessibilidade, 49,5% dos coworkings afirmam serem acessíveis a PCDs com mobilidade reduzida“Esses dados são uma pequena amostra do quanto as pessoas com deficiência ainda são excluídas do mundo do trabalho e do convívio social, de forma geral. Os diferentes espaços de uma cidade deveriam ser acessíveis a todos os seus cidadãos. A mentalidade da diversidade e inclusão precisa ser profundamente trabalhada na sociedade, principalmente quando a maioria dos coworkings, 44%, tem como principal proposta de valor a comunidade e conexão”, comenta Roberta.

A segunda maior proposta de valor dos coworkings é a redução de custos, item escolhido por 42% dos entrevistados. De fato, muitas empresas vêm deixando os escritórios tradicionais por soluções flexíveis. Atualmente, a rede Woba atende empresas como XP, Yalo, Albert Einstein, Banco Inter, CNH Industrial e iFood, por exemplo.

Por: Assessoria de Comunicação

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