Um dos votantes brasileiros no Oscar, Wagner Moura refletiu sobre o crescimento e valorização do audiovisual brasileiro após o sucesso de Ainda Estou Aqui.
Um dos votantes brasileiros no Oscar, Wagner Moura refletiu sobre o crescimento e valorização do audiovisual brasileiro após o sucesso de Ainda Estou Aqui. Em entrevista ao Metrópoles, durante a divulgação da série Ladrões de Drogas, da Apple TV+, o ator disse que ficou muito emocionado ao ver que as pessoas estão torcendo para Fernanda Torres no Oscar.
"A mim me emociona muito ver as pessoas torcendo por Nanda [Fernanda Torres] para ela ganhar o Oscar. A arte e a cultura brasileira têm sido tão atacadas, tão mal compreendidas, vítimas de tanta mentira. Os artistas brasileiros, em um determinado momento, viraram os inimigos do povo e isso me entristece muito", pontuou o ator.
Além disso, Wagner refletiu sobre este novo momento do audiovisual brasileiro e pontuou que é um período de muita autoestima para o país "Ver o que está acontecendo com Ainda Estou Aqui, a vitória agora do Gabriel Mascaro, em Berlim [com o filme O Último Azul]. Essas coisas me dão muita alegria", contou.
Ainda Estou Aqui concorre em três categorias no Oscar 2025: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz com Fernanda Torres.
4 imagensWagner Moura
Divulgação/CCXPWagner Moura
Reprodução/InstagramWagner Moura nos bastidores de novo filme de Kleber Mendonça Junior
ReproduçãoO ator brasileiro protagoniza o filme Guerra Civil
Reprodução/YouTubeUm dos grandes nomes brasileiros em Hollywood, Wagner Moura se consagrou no cenário nacional nos papéis em novelas e no cinema, como é o caso do Capitão Nascimento, em Tropa de Elite. Além disso, ele também segue em alta no cenário internacional desde que viveu o papel de Pablo Escobar, na série Narcos, da Netflix.
Prestes a estrear na série Ladrões de Droga, da Apple TV +, que foi produzida pelo renomado diretor Ridley Scott, Wagner destacou o quanto se orgulha das produções que participa. O ator reforçou também que sempre quer que esses conteúdos sejam assistidos no Brasil, sobretudo pelas pessoas da Bahia.
"Tudo o que eu faço, e eu digo isso sem nenhuma demagogia, eu faço para as pessoas verem no Brasil. Sobretudo, também não vou negar, para quem mora em Salvador. Eu faço para o povo da Bahia ver, para o povo dizer 'Ah um cara nosso fazendo aquele filme lá, que barato'. Eu me importo menos com que as outras pessoas vão pensar, eu quero que o Brasil goste", revelou Wagner Moura na entrevista ao Metrópoles.
Sobre todo o sucesso que alcançou, especialmente no cenário internacional, o artista falou da alegria de ver que as pessoas gostam dos trabalhos que ele faz e de saber que sentem orgulho dele.
"Eu fico feliz em saber, e eu sei que tem muita gente no Brasil que tem orgulho de mim e que gosta de mim. Que gosta do meu trabalho e que, quando assiste, diz 'Que massa! Esse cara é dali de Salvador e está trabalhando com o Ridley Scott, fazendo filme fora do Brasil'. Isso me deixa feliz", frisou.
Wagner Moura é um dos protagonistas de Ladrões de Droga, da Apple TV+, baseada no livro homônimo de Dennis Tafoya. A série foi criada e produzida por Peter Craig (The Batman, Top Gun: Maverick) e Ridley Scott (Gladiador, Blade Runner), ambos indicados ao Oscar.
Wagner Moura como Manny em Ladrões de Drogas, da Apple TV+
Divulgação/Apple TV+Brian Tyree Henry e Wagner Moura como Rey e Manny em Ladrões de Drogas
Divulgação/Apple TV+Com estreia marcada para o dia 14 de março, a trama acompanha a jornada dos amigos Rey (Brian Tyree Henry) e Manny (Wagner Moura), que se disfarçam de agentes da DEA (órgão federal dos Estados Unidos para controle e repressão de narcóticos) para roubar pequenos traficantes. Os dois se veem no meio de uma guerra, à medida que expõem e desmantelam um esquema de produção de drogas.
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