Ibovespa hoje
- Ibovespa oscila aos 119,6 mil pontos, dólar comercial oscila a R$ 6,11 e juros futuros recuam.
- Vendas no varejo do Brasil caem mais do que o esperado em novembro.
- Real deve se estabilizar e ser negociado perto de R$ 6 por dólar no final de 2025, diz pesquisa da Reuters.
Confira as últimas dos mercados
10h07Ibovespa sai dos leilões com alta de 0,05%, aos 119.689,47 pontos
10h05Vale (VALE3) abre dia com alta de 0,60%, a R$ 51,86
10h03Hapvida (HAPV3) começa sessão com baixa de 1,28%, a R$ 2,32
10h02Eletrobras (ELET3 ELET6) abre dia com quedas de 0,09% e 0,45%, respectivamente
10h01Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,04%, aos 119.577,42 pontos
10h01Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com perdas de 0,01%, aos 1.755,94 pontos
10h00Varejo em novembro: resultados evidenciam uma desaceleração em ritmo bem lento, diz economista
Igor Cadilhac, economista do PicPay detalha que o volume de vendas do varejo restrito recuou 0,4% em novembro, com um crescimento de 4,7% em relação ao mesmo mês de 2023. Já o varejo ampliado (que inclui todos os setores, como veículos, motos, peças, materiais de construção e atacarejos) registrou “uma queda expressiva” de 1,8%, correspondendo a uma expansão de 2,1% frente a novembro do ano passado. “Esses resultados evidenciam uma desaceleração em ritmo bem lento, com o desempenho permanecendo bem positivo na comparação anual. O setor de comércio segue próximo de seus níveis recordes”, resume. “Mantemos nossa projeção de crescimento de 4,9% para o varejo em 2024. No entanto, em relação ao conceito ampliado, revisamos nossa estimativa para 4,3%, devido ao resultado de novembro mais fraco que o esperado. Para 2025, projetamos uma desaceleração no crescimento, influenciada principalmente por dois fatores: a redução do dinamismo da economia global e a manutenção de juros elevados por um período prolongado”. O economista entende que, “apesar desse cenário desafiador, a retração seja moderada”.
9h56Hapvida tem percentual da receita comprometido por depósitos judiciais acima da média
Hapvida e sua controlada NotreDame têm os maiores depósitos judiciais cíveis como porcentagem da receita.
9h47Em dia sem fortes variações, Ibovespa futuro cai 0,02%, aos 120.745 pontos
9h40Vale: com queda de 23% em 2024 e pior valor desde 2016, ação é oportunidade na Bolsa?
Analistas mais otimistas veem bom rendimento de dividendos, enquanto cenário para minério deixa parte do mercado mais pessimista.
9h37Dólar comercial avança 0,18%, a R$ 6,119
9h30Preços dos combustíveis no Brasil mantêm defasagem em relação à paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 184 dias aumento dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal determinou um reajuste há 379 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): -16%, ou -R$ 0,55 (ontem: -16% ou -R$ 0,54)
- Gasolina A (média nacional): -10%, ou -R$ 0,29 (ontem: -10% ou -R$ 0,29)
México: inflação ao consumidor em dezembro sobe 0,38%, abaixo do 0,40% previsto e do 0,44% de novembro
Na base anual, a inflação em dezembro marcou mais 4,21%, abaixo dos 4,28% e dos 4,55% de novembro.
9h24Ibovespa futuro recua 0,15%, aos 120.595 pontos
9h16Colinas de Hollywood ardem intensamente enquanto Los Angeles é engolida por incêndio
Mais de 100 mil pessoas receberam ordem para deixarem suas casas.
9h13Ibovespa futuro sobe 0,05%, aos 120.830 pontos
9h10DIs: juros futuros abrem dia com baixas por toda a curva
Taxa (%) | Variação (pp) | |
DI1F26 | 14,935 | -0,035 |
DI1F27 | 15,315 | -0,050 |
DI1F28 | 15,285 | -0,045 |
DI1F29 | 15,190 | -0,045 |
DI1F31 | 14,990 | -0,040 |
DI1F33 | 14,780 | -0,060 |
DI1F35 | 14,580 | -0,040 |
Biden apresentará novas sanções contra a Rússia antes de retorno de Trump
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, apresentará novas sanções contra a economia da Rússia nesta semana, de acordo com uma autoridade norte-americana, como parte de medidas para reforçar o esforço de guerra da Ucrânia contra Moscou antes do retorno de Donald Trump à Casa Branca. As medidas ocorrem no momento em que o governo Biden também está preparando 500 milhões de dólares em nova ajuda militar para a Ucrânia nesta quinta-feira, que deve incluir mísseis de defesa aérea, munições ar-terra e equipamentos de apoio para caças F-16, disse uma autoridade que não quis ser identificada. O retorno de Trump em 20 de janeiro tem despertado a expectativa de uma resolução diplomática para pôr fim à invasão de Moscou, mas também o temor em Kiev de que um processo de pacificação rápido poderia ter um preço alto. Os assessores de Trump têm apresentado propostas para acabar com a guerra na Ucrânia que, na prática, cederiam grande parte do país à Rússia em um futuro próximo. Eles dizem que desejam colocar a Ucrânia em uma posição mais forte no campo de batalha para fornecer uma vantagem em possíveis negociações com a Rússia este ano. (Reuters)
9h03Dólar comercial abre em queda de 0,06%, cotado a R$ 6,104 na compra e a R$ 6,105 na venda
9h03Bitcoin Futuro (BITFUT) inicia sessão com recuo de 0,42%, aos 575.920,00
9h02Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG25) começa o dia com alta de 0,17%, cotado a 6.141,00
9h01Mini-índice com vencimento em fevereiro (WING25) abre com baixa de 0,02%, aos 120.770 pontos
9h01Dólar futuro abre em alta de 0,07%, cotado aos 6.135,00 pontos
9h00Ibovespa futuro abre em queda de 0,08%, cotado aos 120.680 pontos
9h00IBGE: Vendas no varejo caem 0,4% em novembro sobre mês anterior; pesquisa Reuters previa -0,20%
8h55Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto
Mini-índice (WING25): confira os pontos de suporte e resistência nesta quinta (9)
O que esperar para o mini-índice hoje.
8h50Minidólar (WDOG25): Confira os pontos de suporte e resistência para esta quinta (9)
Saiba o que esperar para o minidólar hoje.
8h45Onde Investir 2025: principais temas de macroeconomia estão em evento do InfoMoney
Conhecer o assunto é essencial para montar uma carteira de investimentos e para um planejamento financeiro alinhado aos desafios e oportunidades do ano.
8h42CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros para 29 de janeiro está em 93%
29/01 | 19/03 | |
4,50%-4,25% | 93,1% | 59,6% |
4,25%-4,00% | 6,9% | 37,9% |
4,00%-3,75% | – | 2,5% |
Os FIIs mais promissores para 2025; veja opções em cinco segmentos
Compilação apresenta recomendações de analistas para FIIs de shopping, logística, desenvolvimento, recebíveis e renda urbana.
8h33Pesquisa: real deve se estabilizar e ser negociado perto de 6 por dólar no final de 2025
O real deve ser negociada um pouco mais forte, em torno de 6 por dólar, no final de 2025 após um ano de perdas, mostrou uma pesquisa da Reuters com analistas de câmbio. O dólar subiu 27% contra o real no ano passado, principalmente devido à decepção dos investidores com o pacote fiscal adotado pela equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para corrigir tendências preocupantes da dívida. As perdas na moeda brasileira só diminuíram depois que o Banco Central do Brasil finalmente decidiu entrar no mercado nas últimas três semanas de 2024. O real agora se estabilizou após o colapso do mês passado, mas ainda segue acima de 6 por dólar. Mas, assim como acontece com muitas outras moedas de mercados emergentes, há pouca perspectiva de progresso positivo neste ano enquanto os Estados Unidos mantiverem seu domínio nas apostas do mercado de câmbio. O real deve ser negociado a 5,94 por dólar em um ano, 2,7% mais forte que seu valor de fechamento de pouco mais de 6,10 na terça-feira, de acordo com a mediana das estimativas de 25 analistas entrevistados de 3 a 8 de janeiro. “A pressão sobre o real também foi exacerbada pela percepção negativa do mercado em relação à tramitação do pacote de corte de gastos do governo no Congresso”, escreveram analistas do Sicredi em relatório. (Reuters)
8h29InfoMoney tem recorde de 95 milhões de usuários e fecha 2024 na liderança do segmento
Visualizações de página do site alcançaram 392 milhões, enquanto nas redes sociais o alcance bateu a casa dos 3 bilhões e o engajamento, 60 milhões.
8h27BC do Japão vê aumentos salariais amplos e sinaliza chance de alta dos juros
Os aumentos salariais estão se ampliando no Japão, uma vez que a escassez estrutural de mão de obra tem tornado as empresas mais conscientes da necessidade de continuar elevando os salários, disse o Banco do Japão, sugerindo que as condições para um aumento da taxa de juros de curto prazo seguem se estabelecendo. Algumas empresas já estão examinando o quanto poderão aumentar os salários neste ano, informou o banco central japonês nesta quinta-feira, sinalizando uma confiança crescente de que os aumentos salariais verificados no ano passado continuarão. O Banco do Japão tem dito repetidamente que aumentos salariais sustentados e de base ampla são um pré-requisito para elevar a taxa de juros de curto prazo dos atuais 0,25%, um movimento que alguns analistas apostam que poderá ocorrer já na reunião deste mês. “Em vez de adotar uma abordagem de esperar para ver, mais empresas estão anunciando sua intenção de aumentar os salários mais cedo do que no passado”, disse Kazushige Kamiyama, gerente do Banco do Japão em Osaka, em uma coletiva de imprensa. (Reuters)
8h23Exportações e produção industrial da Alemanha aumentam mais do que o esperado em novembro
As exportações e a produção industrial da Alemanha aumentaram mais do que o esperado em novembro, mas as perspectivas para a maior economia da zona do euro permanecem nada animadoras. As exportações cresceram 2,1% em novembro em comparação com o mês anterior, mostraram os dados do escritório de estatísticas nesta quinta-feira. A expectativa em uma pesquisa da Reuters era de aumento de 2,0%. Enquanto as exportações para os países da UE caíram 1,7% no mês, as exportações para países fora da UE subiram 6,9%. As exportações de mercadorias para os Estados Unidos aumentaram 14,5% em comparação com outubro e as exportações para o Reino Unido cresceram 8,6%, enquanto para a China diminuíram 4,2%, segundo dados do escritório de estatísticas. As importações caíram 3,3% em termos ajustados para o calendário e sazonalmente em comparação com outubro. A balança de comércio exterior apresentou um superávit de 19,7 bilhões de euros em novembro, acima dos 13,4 bilhões de euros registrados em outubro. (Reuters)
8h20Azul e Abra estão perto de assinar memorando para debater fusão com Gol, diz jornal
De acordo fontes ouvidas pelo jornal, o acordo ainda tem ainda diversas condicionantes para que a combinação de negócios seja concretizada.
8h17Preços ao consumidor da China têm leve alta em 2024 devido à fraqueza da demanda
Os preços ao consumidor da China quase não subiram em 2024, enquanto os preços nos portões das fábricas chegaram ao segundo ano consecutivo de quedas, mostraram dados oficiais nesta quinta-feira, influenciados pela demanda doméstica persistentemente fraca. Uma combinação de insegurança no emprego, uma prolongada recessão imobiliária, dívidas e ameaças de tarifas do novo governo do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afetou a demanda, mesmo com Pequim aumentando o estímulo. O índice de preços ao consumidor do ano inteiro subiu 0,2%, segundo dados do Escritório Nacional de Estatísticas, em linha com o ritmo do ano anterior e bem abaixo da meta oficial de cerca de 3% para o ano passado, indicando que a inflação não atingiu as metas anuais pelo 13º ano consecutivo. Em dezembro, os preços ao consumidor subiram 0,1% em relação ao ano anterior, desacelerando ante aumento de 0,2% registrado em novembro e o ritmo mais fraco desde abril. Isso ficou em linha com as previsões de uma pesquisa da Reuters com economistas. (Reuters)
8h14Fluxo cambial tem maior saída mensal em dezembro desde 1982
No mês passado, US$ 26,41 bi deixaram o país.
8h11Fed está preocupado
O Fed demonstrou preocupação com os possíveis impactos das políticas do novo governo Trump, destacando incertezas sobre tarifas, imigração e cortes de impostos. A ata da última reunião do FOMC revelou temores de que essas medidas possam prolongar a rigidez da inflação e desacelerar o crescimento econômico. Algumas autoridades compararam o cenário a "dirigir em uma noite de neblina", dada a dificuldade de prever os efeitos dessas mudanças. A expectativa é de que o PIB cresça menos e o desemprego aumente, enquanto o processo desinflacionário pode estar temporariamente paralisado. O Fed destacou a necessidade de cautela em futuros cortes de juros.
8h09Barris de petróleo oscilam e minério de ferro avança
Os preços do petróleo operam entre altas e baixas, diante de grandes aumentos nos estoques de combustível dos EUA na semana passada, embora preocupações com a redução da oferta dos membros da OPEP e da Rússia tenham limitado o declínio. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, interrompendo uma sequência de quatro dia de quedas.
- Petróleo WTI, +0,05%, a US$ 73,36 o barril
- Petróleo Brent, +0,12%, a US$ 76,25 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,53%, a 754,50 iuanes (US$ 102,90)
Bolsas da Europa operam na maioria em alta
Os mercados europeus operam majoritariamente em alta. Os investidores avaliam os dados já disponíveis sobre comércio e produção da Alemanha, além dos números de vendas no varejo da zona do euro. Uma série de discursos potencialmente relevantes sobre bancos centrais também está em curso. Entre eles, destaca-se o da vice-governadora do Banco da Inglaterra, Sarah Breeden, que discute as perspectivas de inflação e política monetária em um evento na escola de negócios da Universidade de Edimburgo.
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,63%
- DAX (Alemanha): -0,16%
- CAC 40 (França): +0,16%
- FTSE MIB (Itália): +0,08%
- STOXX 600: +0,08%
Bolsas da Ásia fecham dia no vermelho
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, pressionados por preocupações de que o Fed possa adiar a flexibilização da política monetária devido aos temores relacionados à inflação. Além disso, a persistente desinflação ao consumidor na China agravou ainda mais o sentimento dos investidores. O índice de preços ao consumidor da China subiu 0,1% no mês passado em relação ao ano anterior, enquanto o índice de preços ao produtor caiu 2,3% na comparação anual, recuando pelo 27º mês consecutivo. Esses dados indicam que os esforços de estímulo de Pequim não conseguiram impulsionar a demanda. Paralelamente, Pequim intensificou seu apoio ao enfraquecido yuan, anunciando um plano para emitir uma quantidade recorde de títulos no mercado de Hong Kong, com o objetivo de impulsionar a demanda pela moeda no exterior.
- Shanghai SE (China), -0,58%
- Nikkei (Japão): -0,94%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,20%
- Kospi (Coreia do Sul): +0,03%
- ASX 200 (Austrália): -0,24%
EUA: índices futuros têm leves quedas
Os índices futuros de Nova York operam em queda, enquanto os mercados acionários à vista nos EUA permanecem fechados nesta quinta-feira (9) em razão do feriado nacional de luto pelo ex-presidente Jimmy Carter, que faleceu no final de dezembro aos 100 anos. Depois de digerir uma série de dados econômicos nesta semana, os investidores agora aguardam o relatório de folhas de pagamento (payroll) de dezembro, que será divulgado na sexta-feira. Já a governadora do Fed, Michelle Bowman, a presidente do Fed de Boston, Susan Collins, o presidente do Fed de Kansas City, Jeffrey Schmid, o presidente do Fed da Filadélfia, Patrick Harker, e o presidente do Fed de Richmond, Thomas Barkin, farão discursos em diferentes locais hoje.
- Dow Jones Futuro: -0,03%
- S&P 500 Futuro: -0,09%
- Nasdaq Futuro: -0,17%
Abertura de mercados
A política e a economia dos EUA seguem influenciando os mercados nesta quinta-feira, enquanto no Brasil o presidente Lula volta a se reunir com diversos ministros. Os mercados acionários norte-americanos ficarão fechados nesta sessão para marcar o funeral do ex-presidente dos EUA Jimmy Carter. O mercado de títulos fecha mais cedo, às 16h (horario de Brasília). Preocupações com o aumento da inflação, chances reduzidas de queda nas taxas de juros, incertezas sobre como o presidente eleito dos EUA irá conduzir as políticas externa ou econômica e a perspectiva de trilhões de dólares em vendas extras de títulos levaram a uma disparada dos rendimentos de títulos em todo o mundo nesta semana. Recentes sinais de resiliência da economia e da inflação dos EUA, que levaram os merados a reduzir as expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve este ano, também davam impulso ao dólar e às taxas do Tesouro. No Brasil, um cenário mais claro sobre a economia no final do ano passado continua a se moldar com a divulgação dos dados de novembro de vendas no varejo. Em Brasília, Lula se reúne pela manhã com diversos ministros e outras autoridades, entre eles o ministro da Casa Civil, Rui Costa; da Fazenda, Fernando Haddad; o líder do governo no senado, Senador Jaques Wagner (PT-BA). À tarde ele discute a presidência brasileira do Brics. (Reuters)
7h54Principais índices em Nova York terminaram ontem próximos da estabilidade
Investidores de Wall Street ficaram atentos às mensagens contidas na ata da reunião de dezembro do Fomc, o comitê de política monetária do Fed. Eles avaliaram o potencial para futuros cortes nas taxas Reserve em meio a pressões inflacionárias persistentes. “Ao discutir a perspectiva para a política monetária, os participantes indicaram que o Comitê estava no ponto ou perto do ponto em que seria apropriado desacelerar o ritmo de flexibilização da política”, diz a ata. Os rendimentos dos títulos, que têm subido em apostas de que os planos de tarifas e impostos de Trump podem levar a um pico na inflação, oscilaram hoje. Depois de digerir uma série de dados econômicos esta semana, os investidores agora estão aguardando o payroll, o relatório de folha de pagamento de dezembro de sexta-feira (10).
Dia (%) | Pontos | |
Dow Jones | 0,25 | 42.635,20 |
S&P 500 | 0,16 | 5.918,25 |
Nasdaq | -0,06 | 19.478,88 |
DIs: juros futuros encerraram ontem com baixas no início da curva
Taxa (%) | Variação (pp) | |
DI1F26 | 14,970 | -0,020 |
DI1F27 | 15,365 | -0,025 |
DI1F28 | 15,330 | 0,010 |
DI1F29 | 15,235 | 0,045 |
DI1F31 | 15,030 | 0,110 |
DI1F33 | 14,840 | 0,150 |
DI1F35 | 14,620 | 0,150 |
Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,09%
O dólar encerrou uma sequência curta de duas baixas seguidas diante do real, mas subiu pouco, após um ímpeto maior no começo da sessão. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar em alta de 0,49%, aos 109,07 pontos.
- Venda: R$ 6,109
- Compra: R$ 6,108
- Mínima: R$ 6,102
- Máxima: R$ 6,156
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
Dia (%) | Valor (R$) | |
CRFB3 | -12,20 | 5,40 |
CSNA3 | -7,18 | 7,76 |
MGLU3 | -6,52 | 6,17 |
MRVE3 | -5,36 | 5,30 |
RAIZ4 | -5,12 | 2,04 |
Maiores altas
Dia (%) | Valor (R$) | |
PCAR3 | 1,06 | 2,85 |
SMTO3 | 0,93 | 25,08 |
MRFG3 | 0,89 | 16,95 |
COGN3 | 0,86 | 1,17 |
ELET6 | 0,50 | 37,92 |
Mais negociadas
Negócios | Dia (%) | |
VALE3 | 53.183 | -0,96 |
B3SA3 | 48.935 | -0,10 |
ABEV3 | 47.593 | -1,04 |
PETR4 | 44.135 | -0,81 |
HAPV3 | 43.711 | -1,26 |
Ibovespa fechou ontem com baixa de 1,27%, aos 119.624,51 pontos
- Máxima: 121.160,25
- Mínima: 119.351,34
- Diferença para a abertura: -1.538,15 pontos
- Volume: R$ 19,80 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (6): +1,26%
- Terça-feira (7): +0,95%
- Quarta-feira (8): -1,27%
- Semana: +0,92%
- Janeiro: -0,55%
- 1T25: -0,55%
- 2025: -0,55%
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